Um único médico ao seu lado — antes, durante e depois da sua cirurgia.
Coordenação Clínica Perioperatória conduzida por médico especialista em Clínica Médica e Medicina Intensiva. Segurança, continuidade e integração real com a sua equipe cirúrgica.
Coordenação Clínica Perioperatória.
Em centros de referência, existe um modelo consolidado de medicina perioperatória, no qual um médico clínico dedicado coordena o cuidado do paciente cirúrgico. No Brasil, esse papel costuma ficar dividido entre vários profissionais, o que pode gerar fragmentação e ruído na comunicação.
A proposta aqui é diferente: um único médico, com formação em Clínica Médica e Medicina Intensiva, dedicado à sua jornada cirúrgica do início ao fim.
Indicado para cirurgias de médio e grande porte — bariátricas, oncológicas, ortopédicas de grande porte, cardíacas e casos com comorbidades relevantes.
Coordenação
Um único médico clínico responsável por conectar informações, decisões e etapas do cuidado.
Continuidade
Mesma referência clínica do pré ao pós-operatório — sem fragmentação, sem repetição de história.
Segurança
Estratificação de risco, otimização clínica e prevenção ativa de intercorrências.
A cirurgia é o ápice de um processo que começa muito antes e termina muito depois.
O sucesso de uma cirurgia complexa não depende apenas do centro cirúrgico. Depende de como o paciente chega — otimizado, informado, com doenças crônicas controladas e riscos mapeados.
E depende, principalmente, do que acontece fora do bloco cirúrgico: nos dias que antecedem, na enfermaria, nos primeiros dias em casa. É nesses momentos que a coordenação clínica tem maior impacto na segurança e na organização do cuidado.
Este acompanhamento não é um serviço a mais. É a linha de cuidado que costura tudo o que já existe e transforma o processo em uma experiência coerente, previsível e segura.
Oito etapas. Uma linha contínua de cuidado.
Do primeiro contato ao seguimento pós-alta, cada etapa é conduzida com o mesmo cuidado — e pelo mesmo médico.
- 01
Consulta inicial
Você e sua família contam a história com calma, sem pressa de corredor de hospital. É aqui que eu entendo não só o procedimento, mas o que está te preocupando.
- 02
Avaliação clínica
Anamnese detalhada, exame físico e revisão do seu histórico com atenção. O objetivo é enxergar o quadro por inteiro — não apenas o que motivou a cirurgia.
- 03
Exames e interpretação
Solicito apenas o que realmente precisa ser investigado e leio os resultados de forma integrada — nada de exames soltos, sem contexto.
- 04
Planejamento perioperatório
Ajusto medicações, otimizo comorbidades e organizo o risco cirúrgico com antecedência, para você chegar à cirurgia da melhor forma possível.
- 05
Integração com o cirurgião
Converso diretamente com sua equipe cirúrgica, alinho pontos de atenção e organizo o plano — sem que você precise ficar traduzindo informações entre médicos.
- 06
Internação
Estou presente na sua chegada ao hospital, reviso a prescrição e alinho o cuidado com a enfermagem para que nada se perca na transição.
- 07
Acompanhamento diário
Visito você todos os dias durante a internação, acompanho de perto a evolução e mantenho a família informada — sem depender de recados de plantão.
- 08
Alta e seguimento
A alta não é um ponto final. Você sai com um plano claro: medicações revisadas, sinais de alerta explicados e retornos combinados — presencial ou por telemedicina.
O que torna esse cuidado diferente.
Atendimento estritamente particular — sem vínculo com convênios.
Comunicação direta com a equipe cirúrgica
Contato objetivo com cirurgião, anestesiologista e demais especialistas envolvidos.
Visitas hospitalares diárias
Presença física no hospital durante a internação — não apenas contato remoto.
Planejamento individualizado
Cada plano é construído para o paciente específico. Nenhum protocolo genérico.
Experiência em pacientes graves
Atuação diária em UTI com pacientes complexos e cirúrgicos de alto risco.
Visão integrada do cuidado
Um único médico organiza a linha do tempo clínica do paciente do início ao fim.
Continuidade em UTI, se necessário
Se o paciente precisar de cuidados intensivos, a linha de cuidado não se quebra.
Um clínico intensivista dedicado aos seus pacientes.
Você lidera o procedimento. Eu assumo a coordenação clínica — do preparo à alta. Menos ruído na sua rotina. Mais segurança para o seu paciente. Melhor experiência para todos os envolvidos.
- Sem custo para você
- Você continua decidindo
- Comunicação direta, sem intermediário
Não há qualquer remuneração ou contrapartida entre nós. Você não contrata, não paga, não assume vínculo administrativo. Apenas indica um cuidado que hoje falta na jornada do seu paciente — eu assumo a parte clínica a partir daí, e o paciente contrata diretamente comigo.
Como funciona a parceria
Um clínico intensivista assumindo integralmente a parte clínica dos seus pacientes — do pré ao pós-operatório. Você foca na técnica cirúrgica. Eu cuido do restante.
Comunicação objetiva
Resumos clínicos claros, contato direto por telefone ou WhatsApp e disponibilidade real para intercorrências. Sem intermediários, sem ruído.
Alinhamento pré-operatório
Envio de parecer clínico estruturado antes da cirurgia. Pontos de atenção destacados. Medicações ajustadas com antecedência.
Respaldo na documentação clínica
Parecer estruturado, evolução diária registrada e decisões clínicas documentadas — respaldo técnico para toda a equipe envolvida no caso.
Experiência para o seu paciente
Seu paciente chega ao centro cirúrgico otimizado, informado e seguro. A percepção de cuidado se amplia — e essa percepção retorna para você.
Menos intercorrências, menos ruído
Um controle clínico mais próximo tende a antecipar problemas antes que virem intercorrência — menos chamadas fora de hora, rotina mais previsível para você.
Fortalecimento do seu vínculo
A família enxerga um cuidado coordenado. O paciente lembra do time. Isso fideliza — e recomenda.
Você continua sendo o médico responsável pela decisão cirúrgica. Eu não decido nada sem te informar — só executo a parte clínica que consome seu tempo sem precisar da sua assinatura.
- 01
Você me chama no WhatsApp quando tiver um paciente cirúrgico que possa se beneficiar do acompanhamento.
- 02
Eu faço a avaliação inicial e te envio um resumo clínico objetivo.
- 03
Seguimos juntos do pré ao pós-operatório — sem vínculo fixo, você decide caso a caso se quer me acionar de novo.
A indicação não gera nenhum compromisso. Se o paciente optar por não seguir com o acompanhamento, nada muda na sua relação com ele — é uma oferta complementar, não uma condição.
Riscos perioperatórios comuns — e evitáveis.
São riscos bem documentados na literatura de medicina perioperatória, comuns em qualquer cirurgia de médio ou grande porte — e que costumam responder bem a acompanhamento clínico dedicado.
Medicações desalinhadas
Anticoagulantes, anti-hipertensivos e antidiabéticos sem ajuste adequado no perioperatório.
Diabetes descompensada
Glicemia elevada aumenta risco de infecção de sítio cirúrgico e retarda cicatrização.
Pressão mal controlada
Hipertensão descontrolada é causa frequente de adiamento e de instabilidade intraoperatória.
Anemia não corrigida
Chegar à cirurgia com anemia aumenta risco de transfusão e piora recuperação.
Risco cardiovascular subestimado
Ausência de estratificação adequada em pacientes com histórico cardíaco.
Planejamento inadequado
Ausência de plano B para intercorrências previsíveis — a improvisação é o pior aliado da cirurgia.

Dr. Marcos Filipe Butter
Médico com dupla especialização em Clínica Médica e Medicina Intensiva. Atua diariamente em UTI, cuidando de pacientes graves, cirúrgicos complexos e de alto risco. Essa vivência hospitalar é o que sustenta a proposta desta coordenação: cuidado clínico conduzido por quem lida, todos os dias, com o desfecho.
- CRM/SC
- 22375
- RQE — Clínica Médica
- 21278
- RQE — Medicina Intensiva
- 23106
- Área principal de atuação
- Florianópolis / SC
- Experiência diária com pacientes cirúrgicos complexos
- Atuação em hospitais de alta complexidade
- Comunicação direta com equipes multidisciplinares
- Medicina baseada em evidências, com escuta cuidadosa
Perguntas que costumam surgir.
Preciso desse acompanhamento se meu cirurgião já cuida de tudo?
O cirurgião conduz o procedimento e o cuidado cirúrgico. A Coordenação Clínica Perioperatória atua de forma complementar, dedicada exclusivamente às condições clínicas do paciente — controle de doenças crônicas, ajuste de medicamentos, prevenção e manejo de intercorrências clínicas. Em cirurgias de médio e grande porte, ou em pacientes com comorbidades, essa divisão de papéis costuma trazer benefício real ao desfecho.
Este acompanhamento substitui o anestesiologista?
Não. O anestesiologista tem papel insubstituível na avaliação e condução da anestesia. A coordenação clínica atua antes, durante e depois da internação, integrando informações clínicas com toda a equipe — inclusive com o anestesiologista.
Quem controla minhas doenças enquanto estou internado?
Esse é justamente um dos papéis centrais da coordenação. Durante a internação, realizo visitas diárias, ajusto medicações, controlo pressão, glicemia, função renal, anticoagulação e demais condições que possam interferir na recuperação — de forma integrada com a equipe cirúrgica e anestésica.
E se eu precisar de UTI?
Como especialista em Medicina Intensiva, o acompanhamento tem continuidade caso o cuidado precise evoluir para UTI. Isso permite integração com o intensivista assistente e comunicação clara com o paciente e a família, sem quebra na linha de cuidado.
O acompanhamento continua após a alta hospitalar?
Sim. A alta é um ponto delicado da jornada. Segue um plano estruturado: revisão de medicações, controle das doenças crônicas, orientação sobre sinais de alerta e consultas de retorno — presenciais ou por telemedicina quando indicado.
Como funciona para o cirurgião?
Existe um fluxo simples: contato inicial, avaliação do paciente, envio de resumos clínicos objetivos, alinhamento pré-operatório, acompanhamento hospitalar diário e comunicação direta a qualquer intercorrência. O objetivo é reduzir sua carga clínica e aumentar a segurança do procedimento.
Este é um serviço particular?
Sim. O atendimento é estritamente particular e individualizado. Honorários, formato e frequência das visitas hospitalares são discutidos com transparência antes do início.
Preciso avisar ou pedir autorização ao meu cirurgião para contratar esse acompanhamento?
Não é necessário, mas é sempre uma boa prática comunicar. Na maioria dos casos, cirurgiões recebem bem esse tipo de parceria, já que reduz a carga clínica deles e aumenta a segurança do paciente. Se preferir, posso me alinhar diretamente com a equipe cirúrgica antes do procedimento.
Uma cirurgia importante merece um cuidado à altura.
Sou paciente ou familiar
Converse comigo para entender como o acompanhamento se encaixa no seu caso.
Falar com o Dr. MarcosAtendimento particular. Consultas iniciais podem ser realizadas por telemedicina; o acompanhamento hospitalar é presencial em Florianópolis e região.